Acordar ao lado dele…
perceber o seu calor desde o primeiro despertar e sentir o corpo todo colado ao meu, como se o meu contato fosse precioso pra ele.
Essa é a coisa que me dá mais tesão no mundo e, por causa disso, adoro transar de manhã.
Quando nossos olhos ainda não abriram direito, quando a luz do sol ainda está envergonhada e podemos ir nos aconchegando mais e mais até ele estar totalmente dentro de mim.
É gostoso… é devagar… é primoroso. O gozo vem preenchendo o dia que ainda nem começou.
Posso achar que tudo vai dar certo. Os clientes aprovarão as campanhas, o chefe vai ser divertido e, ao final do dia… voltarei pra encontra-lo, teremos mais encontro, mais conforto, mais ousadia, mais intimidade. E aí, nos aconchegaremos e dormiremos ao som do ronco um do outro. de novo.
Se isso não é amor… não sei mais o que seria.
E é porque ele me enche de porra e esperança no começo das manhãs, que eu posso levantar: em mim e pro mundo.
“Encher de porra” pode ser uma coisa bem dual: romântica ou grotesca demais.
Adorei.
Para de ser mala, Sidclay… encher de porra é uma delícia, assim como a história toda. ja li três vezes