Ontem eu e o amado resolvemos aceitar o convite para uma festa open house de um casal de amigos nossos.
Estávamos mesmo querendo beber um pouco e íamos encontrar outras pessoas por lá.
Chegamos meio tarde, a festa já estava bem movimentada.
Alguém deveria te-los avisado que pra uma festa dessas, a gente não chama tanta gente, porque sempre terá um descuidado que vai quebrar algo ou jogar vinho no sofá novo.
Muita gente já meio bêbada.
Queríamos ficar exatamente assim.
Com a dona da casa fomos conhecendo os cômodos e por último tinha a cozinha com todas as combinações de drinks que queríamos. Pegamos duas taças de prosecco e brindamos a vida nova. Depois disso peguei um copo de Jack Daniels, meu amigo velho de guerra, e fomos socializar.
Adoro festa com gente bonita, gente que a discrição mandou um abraço e disse que não volta tão cedo.
Sério… adoro ver gente se divertindo.
Depois de algumas doses, me animei e comecei a paquerar o amado. Ele fica todo bobo, como se fosse a primeira vez que eu estivesse o encarando daquele jeito. A cada frase iniciada, uma parada pra beijos cada vez mais demorados e a perda total do assunto em que estávamos.
Resolvemos inaugurar a casa dos nossos amigos, mas de um jeito, digamos… mais particular.
Fui andando na frente… eu ainda lembrava onde era o quarto de hóspedes mostrado há pouco pela amiga.
Entrei e puxei o amado.
Ele que sempre fica meio envergonhado, foi dizendo que as pessoas podiam nos procurar e iam dar de cara com a gente transando no meio do quarto de hóspedes. Mesmo assim, não tirava a mão da minha bunda.
Sugeri ficarmos então atrás da porta do banheiro, assim ouviríamos alguém entrando e poderíamos fingir que só tínhamos ido aliviar os rins…
Foi a vez dele me puxar afobado… me agarrou a bunda e fincou a boca no meu pescoço.
As mãos dele estavam agitadas, enquanto uma apertava a bunda pelo meio, pressionando o dedo médio no meu cu, a outra mão tentava desfazer o laço que prendia o vestido no pescoço. A respiração ficou mais funda, soltando gemidos leves no fim de cada beijo.
Ele fazia questão de me puxar cada vez mais pra perto do seu corpo,
apertando a minha buceta na sua perna,
empurrando com força, mas devagar, o dedo no meu cu.
Eu estava perdendo os sentidos já…
o Jack Daniels, o cheiro dele, o gosto…
e o pau dele se mostrando ainda mais duro debaixo da calça.
Ouvimos a porta do quarto abrindo… paramos tudo.
Ficamos meio sem saber o que fazer, agarrados, só ouvindo.
Duas mulheres pareciam rir muito.
Abrimos um pouco a porta e ficamos observando esperando elas irem embora…
Uma delas carregava uma garrafa de prosecco e derramou a bebida na boca da outra, que não conseguia engolir tudo e ficou toda molhada. Aí as duas começaram a gargalhar de novo.
Logo as duas começaram a se beijar.
Pensei em sairmos de fininho ou fazer um barulho, pra chamar a atenção delas e, quem sabe, negociar algo entre nós 4… mas a vida não é roteiro de filme pornô.
Ficamos calados, vendo aquelas duas mulheres se deliciando uma com a outra.
Duas morenas.
Uma com os cabelos mais curtos, na altura da nuca,
a outra com cabelos ondulados, que passavam do ombro.
Ambas bonitas e visivelmente cheias de tesão uma na outra.
Olhei pro amado. Ele babava. Me olhou, sorriu e sussurrou: show particular… que sorte!

Eu estava entre ele e a porta,
aproveitei pra esfregar minha bunda no pau dele
e ele escorregou a mão direita à minha frente,
levantou meu vestido e começou a me masturbar,
sem nenhum de nós dois parar de olhar a cena.
Duas mulheres como aquelas com tesão e tirando as roupas uma da outra é, realmente, uma cena linda.
A de cabelos curtos tinha seios pequenos,
rosadinhos,
a que estava com a camisa toda molhada já.
Passava os dedos nos cabelos da outra, prendendo-os com as mãos,
enquanto ela abria os botões da camisa molhada e lambia,
chupava e mordiscava os peitos bonitos que apareceram.
O rosto dela parecia brilhar, estava vermelha,
com a boca entreaberta, os olhos cerrados.
A outra agarrava o corpo dela com vontade,
mas tocava os seios delicadamente, lambendo os bicos duros e rosados com carinho.
Com os cabelos já nos ombros,
ela sentou na cama,
enquanto a morena de cabelos curtos tirava a calça jeans
e tirava o vestido da outra baixando as alças.
No banheiro as coisas ficavam ainda mais quentes,
sentia os dedos do amado entrando com força e brincado com o clitóris
e eu sem poder dar nem um gemidinho.
Tirei seu pau da calça e agachei pra chupa-lo.
Ele estava tão excitado com aquelas duas se lambendo,
que nem percebeu, só viu quando eu comecei a chupar a cabeça do seu pau.
Ele aproveitava o calor e a umidade, segurava meus cabelos e olhava pela fresta da porta.
As duas já estavam bebendo mais, se lambuzando mais…
a de cabelos curtos abriu as pernas da outra morena com o seios fartos e posicionou sua cabeça na buceta.
Jogou um pouco de prosecco entre os seios e ficou esperando escorrer.
Lambeu, chupou, e alí ficou por um bom tempo…
Eu as esqueci um pouco,
estava mais feliz com o pau do amado na boca,
quentinho e macio, duro e delicioso.
Lambia todo.
Enfiei ele inteiro na boca, a vontade só aumentava…
Queria ele dentro de mim.
Ele estava perdido…
não sabia se continuava olhando pra elas, pra mim ou fechava os olhos.
Subi e levantei a perna esquerda,
coloquei o pau dele na entrada da minha buceta
e ele enfiou de uma vez o pau.
Os olhos eram só pra mim naquele momento…
me beijou a boca, as mãos na minha bunda, dando as ordens dos movimentos.
Encostamos na parede e, por alguns minutos, esquecemos das duas.
Todo o movimento estava uma delícia… eu comecei a gemer baixinho…
ele me apertou mais forte,
gozamos juntos,
nos esfregando,
mordendo um ao outro.
Quando voltamos à realidade,
olhamos pela porta entreaberta,
as morenas já tinham ido embora.
Voltamos pra festa e procuramos por elas,
mas nem sinal.
Depois disso voltamos pra casa comentando o que tínhamos gostado de cada uma delas e de como seria uma boa vida se, em alguns momentos, os filmes pornôs pudessem se transformar em realidade.