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Acordei excitada e, de dengo, comecei a masturba-lo e falar o quanto já estava aguardando a noite chegar.
Começamos a nos beijar e ele, ainda preguiçoso e de olhos fechados, diz que está morrendo de saudade do que eu sugiro fazer.
Embaixo do lençol, me ponho a chupa-lo com vontade. Há dias nossos compromissos impediam aquele encontro.
Depois de ficar com a boca cheia de porra, feliz, levanto para o dia que começa.

Dia cheio, trabalho, coisas demais a fazer e a pensar, mas a vontade não saiu de mim.

No meio do dia, reclamo da falta que sinto dele e das nossas sacanagens e do quanto estou com saudades de sentar no pau dele. Passa o dia e a minha vontade só aumenta. Até que, numa bela hora da tarde, reclamo de novo e procuro solução.

Ele propõe uma brincadeira, como nos velhos tempos. Mensagens trocadas enquanto eu brinco comigo.

As sms começam a história:
“Imagina que estamos na tua casa, vendo tv entediados quando você decide levantar e pegar algo na bancada. Você usa apenas blusinha e calcinha.”
“Te olho alguns segundos e levanto silencioso. Você não repara até sentir minhas mãos no teu quadril, puxando teu corpo para mim…”
“Você sente meu pau muito duro pressionado contra sua bunda e geme baixinho, sorrindo. Com as mãos, busca o botão e, em seguida, o zíper da minha calça. Depois, com uma das mãos agarra meu pau com firmeza.”
“Eu gemo beijando teu pescoço conforme você vira, apoiando a bunda na bancada e abrindo as pernas, me puxando pelo pau…” “e começa a me masturbar devagar, beijando minha boca com vontade. Minhas mãos sobem pelas suas coxas, a ponta dos meus dedos acariciam sua pele.”
“Chego com meus dedos na sua virilha, percorrendo a costura lateral da sua calcinha, te sentindo molhada.. sorrio, bem sacana, como gostas.”
“Escorrego um dedo por dentro do tecido, tocando seu grelinho de leve… você fecha os olhos, treme. eu te beijo a boca, enquanto mexo o dedo em pequenos círculos, bem de leve, brincado com você.”
“Puxando a calcinha de lado, começo a alisar a sua bucetinha de cima a baixo com dois dedos… você não perde tempo e já abaixa minha calça e, agora paassa a me punhetar com vontade, ofegante.”
“Você me puxa mais um pouquinho, encostando a cabeça do meu pau nela, me fazendo te sentir molhada. Eu não me contenho e começo a enfiar devagar, sentindo sua bucetinha engolindo meu pau inteiro.”
“Entro em você inteiro, sem me mexer, sentindo sua pele na minha, suas mãos nas minhas costas…
E agora, morena, o que eu faço? Espero a gente se encontrar no fim do trabalho?”

Eu já estava num fogo só, depois das malditas sms, estava querendo atear fogo no escritório e sair correndo. Mas os muitos jobs ainda estavam me tomando tempo, só não a mente.
Corri para acabar as coisas que precisavam ser feitas, hoje eu sairia às 19h em ponto.

Vim para o trabalho com uma regata comprida, por cima de uma legging, antes de sair, aproveitei para colocar a legging na bolsa e a calcinha também. Hoje, o ônibus nos daria boas histórias.
Entrei no ônibus, ainda meio vazio, fiquei em pé esperando a hora em que ele entraria na condução. Nós trabalhamos perto, são só algumas ruas acima. Ele entrou.
Eu sorri maliciosa… ele entendeu minhas intenções e se pôs atrás de mim.
“Ah, morena… eu lembro que você tinha saído de calça… minha putinha…”

continua…

Pra acordar

Acordar ao lado dele…
perceber o seu calor desde o primeiro despertar e sentir o corpo todo colado ao meu, como se o meu contato fosse precioso pra ele.

Essa é a coisa que me dá mais tesão no mundo e, por causa disso, adoro transar de manhã.

Quando nossos olhos ainda não abriram direito, quando a luz do sol ainda está envergonhada e podemos ir nos aconchegando mais e mais até ele estar totalmente dentro de mim.

É gostoso… é devagar… é primoroso. O gozo vem preenchendo o dia que ainda nem começou.

Posso achar que tudo vai dar certo. Os clientes aprovarão as campanhas, o chefe vai ser divertido e, ao final do dia… voltarei pra encontra-lo, teremos mais encontro, mais conforto, mais ousadia, mais intimidade. E aí, nos aconchegaremos e dormiremos ao som do ronco um do outro. de novo.

Se isso não é amor… não sei mais o que seria.

E é porque ele me enche de porra e esperança no começo das manhãs, que eu posso levantar: em mim e pro mundo.

Fazendo festa

Ontem eu e o amado resolvemos aceitar o convite para uma festa open house de um casal de amigos nossos.
Estávamos mesmo querendo beber um pouco e íamos encontrar outras pessoas por lá.

Chegamos meio tarde, a festa já estava bem movimentada.
Alguém deveria te-los avisado que pra uma festa dessas, a gente não chama tanta gente, porque sempre terá um descuidado que vai quebrar algo ou jogar vinho no sofá novo.

Muita gente já meio bêbada.
Queríamos ficar exatamente assim.
Com a dona da casa fomos conhecendo os cômodos e por último tinha a cozinha com todas as combinações de drinks que queríamos. Pegamos duas taças de prosecco e brindamos a vida nova. Depois disso peguei um copo de Jack Daniels, meu amigo velho de guerra, e fomos socializar.
Adoro festa com gente bonita, gente que a discrição mandou um abraço e disse que não volta tão cedo.
Sério… adoro ver gente se divertindo.

Depois de algumas doses, me animei e comecei a paquerar o amado. Ele fica todo bobo, como se fosse a primeira vez que eu estivesse o encarando daquele jeito. A cada frase iniciada, uma parada pra beijos cada vez mais demorados e a perda total do assunto em que estávamos.

Resolvemos inaugurar a casa dos nossos amigos, mas de um jeito, digamos… mais particular.

Fui andando na frente… eu ainda lembrava onde era o quarto de hóspedes mostrado há pouco pela amiga.
Entrei e puxei o amado.
Ele que sempre fica meio envergonhado, foi dizendo que as pessoas podiam nos procurar e iam dar de cara com a gente transando no meio do quarto de hóspedes. Mesmo assim, não tirava a mão da minha bunda.

Sugeri ficarmos então atrás da porta do banheiro, assim ouviríamos alguém entrando e poderíamos fingir que só tínhamos ido aliviar os rins…

Foi a vez dele me puxar afobado… me agarrou a bunda e fincou a boca no meu pescoço.
As mãos dele estavam agitadas, enquanto uma apertava a bunda pelo meio, pressionando o dedo médio no meu cu, a outra mão tentava desfazer o laço que prendia o vestido no pescoço. A respiração ficou  mais funda, soltando gemidos leves no fim de cada beijo.
Ele fazia questão de me puxar cada vez mais pra perto do seu corpo,
apertando a minha buceta na sua perna,
empurrando com força, mas devagar, o dedo no meu cu.
Eu estava perdendo os sentidos já…
o Jack Daniels, o cheiro dele, o gosto…
e o pau dele se mostrando ainda mais duro debaixo da calça.
Ouvimos a porta do quarto abrindo… paramos tudo.
Ficamos meio sem saber o que fazer, agarrados, só ouvindo.

Duas mulheres pareciam rir muito.
Abrimos um pouco a porta e ficamos observando esperando elas irem embora…

Uma delas carregava uma garrafa de prosecco e derramou a bebida na boca da outra, que não conseguia engolir tudo e ficou toda molhada. Aí as duas começaram a gargalhar de novo.
Logo as duas começaram a se beijar.
Pensei em sairmos de fininho ou fazer um barulho, pra chamar a atenção delas e, quem sabe, negociar algo entre nós 4… mas a vida não é roteiro de filme pornô.

Ficamos calados, vendo aquelas duas mulheres se deliciando uma com a outra.
Duas morenas.
Uma com os cabelos mais curtos, na altura da nuca,
a outra com cabelos ondulados, que passavam do ombro.
Ambas bonitas e visivelmente cheias de tesão uma na outra.

Olhei pro amado. Ele babava. Me olhou, sorriu e sussurrou: show particular… que sorte!

Eu estava entre ele e a porta,
aproveitei pra esfregar minha bunda no pau dele
e ele escorregou a mão direita à minha frente,
levantou meu vestido e começou  a me masturbar,
sem nenhum de nós dois parar de olhar a cena.

Duas mulheres como aquelas com tesão e tirando as roupas uma da outra é, realmente, uma cena linda.
A de cabelos curtos tinha seios pequenos,
rosadinhos,
a que estava com a camisa toda molhada já.
Passava os dedos nos cabelos da outra, prendendo-os com as mãos,
enquanto ela abria os botões da camisa molhada e lambia,
chupava e mordiscava os peitos bonitos que apareceram.
O rosto dela parecia brilhar, estava vermelha,
com a boca entreaberta, os olhos cerrados.
A outra agarrava o corpo dela com vontade,
mas tocava os seios delicadamente, lambendo os bicos duros e rosados com carinho.
Com os cabelos já nos ombros,
ela sentou na cama,
enquanto a morena de cabelos curtos tirava a calça jeans
e tirava o vestido da outra baixando as alças.

No banheiro as coisas ficavam ainda mais quentes,
sentia os dedos do amado entrando com força e brincado com o clitóris
e eu sem poder dar nem um gemidinho.
Tirei seu pau da calça e agachei pra chupa-lo.
Ele estava tão excitado com aquelas duas se lambendo,
que nem percebeu, só viu quando eu comecei a chupar a cabeça do seu pau.
Ele aproveitava o calor e a umidade, segurava meus cabelos e olhava pela fresta da porta.

As duas já estavam bebendo mais, se lambuzando mais…
a de cabelos curtos abriu as pernas da outra morena com o seios fartos e posicionou sua cabeça na buceta.
Jogou um pouco de prosecco entre os seios e ficou esperando escorrer.
Lambeu, chupou, e alí ficou por um bom tempo…
Eu as esqueci um pouco,
estava mais feliz com o pau do amado na boca,
quentinho e macio, duro e delicioso.
Lambia todo.
Enfiei ele inteiro na boca, a vontade só aumentava…
Queria ele dentro de mim.
Ele estava perdido…
não sabia se continuava olhando pra elas, pra mim ou fechava os olhos.
Subi e levantei a perna esquerda,
coloquei o pau dele na entrada da minha buceta
e ele enfiou de uma vez o pau.
Os olhos eram só pra mim naquele momento…
me beijou a boca, as mãos na minha bunda, dando as ordens dos movimentos.
Encostamos na parede e, por alguns minutos, esquecemos das duas.
Todo o movimento estava uma delícia… eu comecei a gemer baixinho…
ele me apertou mais forte,
gozamos juntos,
nos esfregando,
mordendo um ao outro.

Quando voltamos à realidade,
olhamos pela porta entreaberta,
as morenas já tinham ido embora.

Voltamos pra festa e procuramos por elas,
mas nem sinal.

Depois disso voltamos pra casa comentando o que tínhamos gostado de cada uma delas e de como seria uma boa vida se, em alguns momentos, os filmes pornôs pudessem se transformar em realidade.

Beijo

Porque beijo é uma das coisas mais gostosas do mundo.
Qualquer transa começa assim e, se não começar, não vai ser tão gostosa se não tiver.
Saudades imensas de beijar a boca do amado.
Sentir saliva, cheiro, maciez dos lábios, a barba grosseira.

Quero já!

Eu adoro cozinhar.
Se eu pudesse, viveria de fazer isso.

aí hoje uma grande amiga me mandou este video DELÍCIA

Olha… se toda vez que eu cozinhasse, pudesse ter uma entrada dessas…
minhas receitas ficariam ainda melhores.

Vi no Guia do Prazer

Almoçando

eu liguei pra ele e avisei: amor, desde ontem eu estou com uma vontade de comer uma coisa específica.

- Ih… tá com desejo de grávida, é?! Imagina quando estiver…
- Quero te almoçar… tou passando aí.

E assim eu fui busca-lo na hora do almoço e passamos hora e meia no primeiro motel perto do centro.
Eu tinha fome, ele também. Mas era deste leite que eu queria beber.

ESTA É A IMAGEM MAIS SEXY DO MUNDO PRA MIM.

sério… molhei.

pensando nisso com o amado:

Preparo-me pra viagem.
Levo mais do que mala e bagagem.
Levo fome.
Estou faminta.
Estômago reclama, a mente se perde.
A minha fome é anseio.
Quero comer algo que me alimente de verdade
e que o paladar possa aproveitar e viver.
Fecho os olhos e levanto vôo.
Ouço a criança espantada com a cidade que fica no solo.
Ela diz: Olha! Um rio de nuvens!
Sorrio. E ainda tenho fome.
Sofrerei com ela até dar a primeira mordida.
É a fome que me fará devorar.
E só devorando que eu sei comer.
Quando penso no sabor que está por vir, penso na libertação e a viagem que estou fazendo.
Vou encontrar outros cheiros, gostos… cada pedacinho do teu corpo vai saciar esta fome que me acompanha.
Vai tirar as amarras que me prendiam à terra que ficou lá no chão.
Mas não me trará liberdade.
Só uma nova prisão: a sensação de saciedade.

Ela disse “me come”, e eu mordi o braço dela. André Dahmer

70′s porn

adoro esse classic porn.

Essa sensualização marota, meio moleca…

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